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sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Uma mensagem para você meditar:


“Instrui o menino no caminho em que deve andar, e até quando envelhecer não se desviará dele”. Prov. 22:6

O mundo oferece caminhos.  Todos eles levando à morte. Jesus é o caminho que leva à vida e é neste caminho que o Senhor quer que levemos nossos filhos a andar nele = Jesus.

Como instruir

Como instruir, como passar as orientações, como transmitir esta herança?

A palavra diz no Salmo 127:3: “Eis que os filhos são herança do Senhor”, portanto, lhe pertencem.

Cabe a nós cuidarmos desta herança do Senhor e levá-la a caminhar por caminhos retos.

Deus sempre teve um cuidado todo especial de lembrar em suas ordenanças para o povo o dever de passa-las para os filhos.

Ex.:

1 - Quando instituiu a páscoa (Ex. 12:24 a 27)

“Portanto, guardareis isto por estatuto para vós e para vossos filhos para sempre”. (V. 24)

2 – Quando mandou o maná para alimentar o povo. Ordenou a Moisés que guardasse uma porção de maná para que as gerações futuras vissem o pão com que o Senhor havia alimentado o povo no deserto. (Ex. 16:32 e 33)

3 - Quando Deus transmite ao povo pela 2ª vez os 10 mandamentos e diz: “E estas palavras que hoje te ordeno, estarão no teu coração. E as intimarás a teus filhos, e dela falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te e levantando-te”. (Deut. 6:1 a 9)

Em todas estas ocasiões Deus queria que seus feitos poderosos fossem conhecidos das gerações futuras.

Os nossos filhos precisam ouvir de nós, pais, os feitos do Senhor.

É um trabalho diário, constante.

Não podemos nos omitir desta transmissão da herança espiritual.

A nossa omissão na educação, na orientação espiritual de que tanto necessitam os nossos filhos, por não darmos oportunidade ou, por falta de tempo, pode trazer prejuízos irreparáveis na formação do caráter de cada um deles.

Exemplos de omissão, e de transmissão da herança espiritual

Um exemplo doloroso é o que registra Juízes 2:7,8,10 a 13.

v7- O povo serviu ao Senhor todos os dias de Josué, e todos os dias dos anciãos que sobreviveram a Josué e que tinham visto toda aquela grande obra do Senhor, a qual ele fizera a favor de Israel.

v8 - Morreu, porém, Josué, filho de Num, servo do Senhor, com a idade de cento e dez anos;

v10 - O foi também congregada toda aquela geração a seus pais, e após ela levantou-se outra geração que não conhecia ao Senhor, nem tampouco a obra que ele fizera a Israel.

v11 - Então os filhos de Israel fizeram o que era mau aos olhos do Senhor, servindo aos baalins;

v12 - abandonaram o Senhor Deus de seus pais, que os tirara da terra do Egito, e foram-se após outros deuses, dentre os deuses dos povos que havia ao redor deles, e os adoraram; e provocaram o Senhor à ira,

v13 - abandonando-o, e servindo a baalins e astarotes.

Uma geração partiu para o Senhor, tendo se omitido de transmitir a herança espiritual aos filhos; o resultado: foram após outros deuses, se encurvaram a eles, foram servir a Baal e a Astarote, provocando a ira do Senhor.

Foram entregues aos roubadores, aos inimigos que estavam ao redor e não puderam estar de pé diante dos seus inimigos.

A mão do Senhor era contra eles por onde quer que andassem. (Juízes 2:14 e 15)

Aonde estava a culpa: nos filhos ou nos pais?

O sacerdote Eli se omitiu na orientação aos filhos: ele e toda a sua família, que tinham a promessa do sacerdócio (era hierárquico, passava de pai para filho), teve a sua bênção retirada e a sentença de que toda a multidão da sua casa morreria ainda na idade jovem. Exterminou a família.

O Senhor disse que Eli bem conhecia a iniqüidade de seus filhos (o pecado) pois fazendo-se os seus filhos execráveis, não os repreendeu (execrável=abominável, maldito) (I Samuel 3:12 a 14).

Dura experiência por omissão.

A pergunta é a mesma: em quem está a culpa?

Moisés, retirado do rio pela filha de faraó, através da interferência de sua irmã, é levado para ser criado por sua mãe, sendo mais tarde levado para o palácio de faraó, onde é criado como filho de sua filha.

Tinha toda a aparência de egípcio (Ex. 3:19) mas a sua formação era de hebreu.

Quando você instrui o “seu filho no caminho” ele pode viver em qualquer meio.  Não há razão de preocupação com a faculdade, ou com o lugar de trabalho.  Seu filho vai estar como Moisés no palácio de faraó, vestido de egípcio, mas com o coração hebreu.  Ele pertence ao Senhor, foi salvo pelo poder do sangue de Jesus, e está selado pelo Espírito Santo, selo este, que é indestrutível.

E você continua, mesmo que ele seja adulto, a usar o betume e o pez (jejum e oração) em favor dele.

Quem instruiu Moisés?

Joquebede, sua mãe preparou-o para não se contaminar nem se encantar com a glória, riqueza e pompa que teria como egípcio.  Ele era hebreu e como tal, serviu e amou a Deus, nada mudando, isto é, nada influenciando o seu caráter.

Jesus era sujeito aos seus pais. (Luc. 2:51)

O grande exemplo de fé passada de geração em geração: Timóteo, “trazendo à memória a fé não fingida que em ti há, a qual habitou primeiro em tua avó Loide, e em tua mãe Eunice e estou certo de que também habita em ti”. (II Tim. 1:5).

CONCLUSÃO:

“Quando não educamos em casa, os nossos filhos aprendem no mundo”.

“O mundo doutrina com velocidade”. (O ensino do mundo é competente, veloz e destruidor).

“Cria uma mentalidade deformada”.

“É preciso trabalhar em função da prevenção em não do curativo”.

“Prevenir é a palavra do momento”

“Vacinar” é prevenir a doença.

“Temos uma mensagem para os nossos filhos e condição de transmitir esta mensagem”.

“Os pais devem ter intimidade com os seus filhos, conversar com eles, saber as suas necessidades. Saber o que estão pensando, com quem estão andando”.

“Sem perda de tempo, vamos socorrer os nossos filhos”.

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